sábado, 30 de maio de 2009

músicas de...

Gatekeeper: daquelas que dá inveja da voz da cantora e de pensar, " poxa ela também respira quando canta". Quando se escuta pela primeira vez, sem conhecer a cantora é possível achar que ela é uma daquelas cantoras negras de voz curta. Mas só nessa.
1234: para musicais imaginários e sem conseguir se desvencilhar do clipe.
Baby Britain: tristonha, porém ela te faz perdoar o trânsito, o ônibus lotado e a vidadetododia.
Oh well, Okay: para lembrar com graça do tempo em que você entendia a música como se a tivesse escrito e pensar que cada ex-amor tem sua música triste. Pois não é justo usar a mesma música triste, para fossa de pessoas diferentes!
Pumpkin Soup: tem que escutar indo para o trabalho e mexendo o pescoço, balançando a perna e se achando muito discreta. E como já disseram por mim "as letras são tão 'vou falar isso na primeira oportunidade'."
Menina Amanhã de Manhã (interpretada por Mônica Salmaso): na volta para a casa, com a janta te esperando é a melhor música possível, dá até pra não achar o TomZé tão chato e gostar um bocado dele. Mas é inevitável não gostar mais da cantora e ter vontade de ir morar na roça. Essa música também funciona bem em grandes magazines no centro da cidade.
A Violera (interpretada por Mônica Salmaso): às 5h50 de seg., qua. e sex. com o dia ainda escuro, só você e o entregador de jornal na rua, o maior frio do mundo e sem vergonha de ir andando descompassada e tentando imaginar o gosto de Jurema.
Mambembe: música feliz e fofa que só de pensar que gente hipponga demais deve gostar também, dá um pouco de raiva. Mas superado o trauma, te faz dar uma lembradinha daquele antigo amorzito.
Don't Ask Me: para esperar a amiga no metrô e fazer musicais imaginários. É importante dizer que musicais imaginários só tem "meio" pois aquela coisa, de repente todo mundo começa a dançar junto e da mesma forma para de dançar e a vida continua é muito idiota. O suficiente para que nem "dentro da minha cabeça" seja possível pensar nas cenas sem sentir vergonha.
Passionless, Pointless: para dar o braço a torcer e gostar taaaaaaaanto da cantora. ;)
Rocky Raccoon: não importa o número de vezes que se escutou essa música, dá sempre vontade de ter um Paul particular para cantá-la conforme sua vontade. Ai quanta sensualidade Paul (ok, padrões de "o que é sexy ou não" variam de pessoa para pessoa, tá?).
Don't You Worry 'Bout A Thing: para cantar em frente ao computador, fazendo dupla com a amiga igualmente retardada, com um piano imaginário, cantando de olhos fechados E sorrindo! Graaaaande Stevie!
Bebel: quando o ônibus entra na Rua Consolação e você sente vontade de ir morar no Rio de Janeiro, mas essa música só funciona no verão.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Manuel do Ônibus. (primeira parte)

1- Quem costuma utilizar o mesmo ônibus, todos os dias e nos mesmos horários, normalmente fica em lugares estratégicos, perto de quem está sentado e logo irá descer, levanta nos momentos certos e não para nas portas atrapalhando a entrada e saída de outrem (mas isso só vale para pessoas com a mínima noção de civilidade).
1.1- Porém, se por algum acaso do destino o sujeito acorda atrasado e toma o ônibus uma hora depois do habitual. Pronto! O comportamento é igual ao do ítem 3.
2- Tem sempre o sujeito que enquanto lê de pé "O Capital", não tira a mochila das costas e obviamente atrapalha a passagem do proletariado. É o mesmo que, enquanto lê sentado "O Capital" não se levanta e finge que não vê a grávida proletária parada de pé ao seu lado.
3- Existem as pessoas que embora utilizem o transporte coletivo todos os dias, não usam sempre a mesma linha. Normalmente elas ficam perdidas durante o trajeto e apertam o sinal de parada quase sempre no local errado.
4- Aqueles que tomam ônibus uma vez na vida e outra na morte, são logo reconhecidos. Ao passar na catraca, estão sempre com uma nota de R$50,00 ou caso tenham o Bilhete Único, o mesmo está com saldo de R$0,60. Pisam no pé das pessoas, se confundem com os pontos, itinerários e inevitavelmente acham que o ônibus iria mais rápido.
5- E existe sempre a combinação de todos eles, entre eles e com o aditivo ou não do termo civilidade.
continua...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

mamãe sou arquiteta... XV

Mãe, eu tenho uma amiga que quase tudo que ela me "apresenta" eu fico boquiaberta e agora, além da boca aberta e do queixo no chão devo dizer que SÓ SEREI FELIZ profissionalmente, trabalhando nesse lugar:
















Se a "sustentabilidade" e a "qualidade de vida" existissem, elas estariam nesse lugar.
-Selgas Cano Architecture Office, Madri.
ps: eu só quero dizer também, que no dia que a formatação de texto do blogspot me obedecer, esse será o dia do dia mais feliz da minha vida... tá, nem tanto.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

O mistério de todas as manhãs.

E em uma loja de colchões...


Enquanto as pessoas sonolentas dirigem-se ao trabalho


O Homem-Aranha descansa em seu nobre colchão, com pés de pato.

MORAL DA HISTÓRIA: Não se fazem mais super-heróis como antigamente.