segunda-feira, 12 de outubro de 2009

avon chama.

Uma linha de expressão aqui, vários fios de cabelo branco acolá, confusão de histórias e pessoas do passado, pensamentos prudentes e pronto. Sem mais nem menos torna-se natural e compreensível não encontrar pessoas que você acreditava que seriam eternas em sua vida, juntar dinheiro por precaução, fazer uma previdência privada, aceitar que um porre no sábado significa um domingo vegetando (tá, depende do porre) e acreditar, sem muita supresa ou comoção, que se é aquela mulher que desejou ser aos 13 anos.
Obviamente ainda resta todo o chocolate (e balas jujubas) do mundo para momentos de fúria ou tristezinha, toda a voz esganiçada quando se é obrigada a ouvir, aceitar e concordar conselhos consanguíneos, todo o mal humor quando se é contrariada e o sentimento de que só será possível ser feliz se aquele vestidinho tomara que caia for teu.

3 comentários:

livoca disse...

compra consciente

Branca de Neve do Mal disse...

de fato, a felicidade está sempre condicionada a elementos importantes, como vestidos, bolsas, macacões. quem disser que não tem problema - afinal, ninguém é feliz só por abstração...

mal humoradinha disse...

adoro vc e let aliviando minhaa consciência pesada por causa das compras de roupa mensais...