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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

mamãe sou arquiteta... XIV 1.2



Prosseguindo com a série sobre o prazer em "Ler Livros", trataremos hoje do excelente "O Gênio do Crime" . Talvez, a maioria da minha legião de leitores (estou muito superlativa ultimamente) já deve ter lido esse livro quando pequeno. Eu, também o li quando pequena e depois, mais velha.

Quem me apresentou esse livro, como muitos outros, foi minha irmã. Lembro que o retiramos na escola, mas esquecemos de anotar na nossa ficha da biblioteca. Depois, por uma vergonha das duas, não o devolvemos. No começo, lembro ter ficado apavorada com a ideia de ser descoberta e sabia com certeza que seríamos linchadas no pátio vermelho, com o passar do tempo passei a sentir um certo orgulho de ter um "bem" de outrem em meus poderes e até hoje sinto uma nostalgia ao ver o carimbo do colégio na contra-capa.

Além de toda a perturbação e satisfação de consciência, é viva na memória o deslumbre pela capa - foto abaixo. E sei, que foi ela que despertou em mim a vontade de ler o livro.

Para uma criança de 6/7 anos, acho que esse não era o livro mais recomendado, pois ele é denso. Na época era mais apropriado para minha irmã que já havia sido alfabetizada a mais tempo. Mas a história é tão envolvente e tinha, assim como eu na época (tá!), um "gordito" como líder e sujeito mais perspicaz da turma. Só não me apaixonei pelo Bolacha porque na época não era dada a esses luxos.

Enfim, era uma satisfação acompanhar o desvendar de um crime de trás pra frente. Até hoje gosto de histórias assim, depois desse livro li vários outros na mesma linha e alguns, tão interessantes quanto. Mas isso fica para um próximo post da série.





domingo, 8 de fevereiro de 2009

mamãe sou arquiteta... XIV 1.1

Por uma revolta pessoal, para dar uma utilidade ao meu sentimento de ironia para com o universo, por necessidade de colocar em prática toda a imaturidade que me permeia. É por meio desse garboso blog que darei continuidade a série "mamãe sou arquiteta, mas decidi mostrar a você que gosto de LER LIVROS."
Afinal de contas, é muito fácil adorar ler livros. Um tanto genérico, mas...
E começaremos a série falando minha opinião mais que pessoal sobre "Como me tornei estúpido" do Martin Page.
É um desses livros que são ótimos de ler no ônibus, pois são pequenos, não pesam na bolsa e a leitura é fácil e rápida. Relata a vida de um cara super inteligente, que cansado de sofrer por conta do entendimento profundo dos fatos que a inteligência dá a ele, resolve tornar-se estúpido. As passagens são ótimas, algumas beiram filmes pastelões e rendem boas risadas. Outras em que é possível identificar a si mesmo e os amigos e outras em que rola aquele orgulho de nunca ter feito aquilo na vida.
Acho que o autor não faz uma crítica só aos burros, mas principalmente aqueles que julgam-se inteligentes demais e sentem que o mundo não os compreende e que somente eles conseguem enxergar as atrocidades humanas.
Enfim, esculhamba os pseudos-intelectuais disseminados pelo universo.
Li esse livro em 2005, mas o que ficou marcante (além do que foi dito acima) é a descrição fiel desse tipo de gente e as fases, que parecem até serem lineares, pelas quais elas passam. E para mim isso fica bem claro quando ele descreve as pessoas que adoram citar grande autores e segue descrevendo outras características da "espécie" ao longo do livro. Mesmo que elas não se concentrem só no personagem principal.
Mas como nem tudo na vida são flores, acho que no final do livro o autor corre com a história. Sabe quando o sujeito cansa de escrever, cansa da história e quer acabar logo com aquilo (tá, confesso que isso acontece sempre comigo)? Pois é, senti isso.
Quando o li, em 2005, eu não o desculpei por isso. Mas agora em 2009, mudei de opinião (iééé)! Na verdade, acho que ele corre com o livro, pois a história perde o fôleg e qualquer coisa a mais vira "encheção de linguiça", pode ser que ele não seja mesmo um escritor bom (não li outro livro para tirar a prova dos nove) ou pode ser também que existam histórias que nasceram para serem curtas (as minhas são todas assim). Mas por uma questão de corporativismo de mim para comigo ainda não cheguei a nenhuma conclusão!
Já que esse é o primeiro da série relatarei, em outra fonte, minhas regras arbitrárias (que serão elaborada conforme a necessidade, portanto hoje teremos três e só):
1- Não ficarei discorrendo sobre o autor, caso não saiba nada sobre a vida dele ou a vida dele nunca tenha me chamado atenção. Hoje em dia, com esses sites de busca é possível ser PhD em vários assuntos. Mas não o farei, por questões de preguiça. Portanto...
2- Tenho péssima capacidade de síntese, sendo assim, não vou relatar história nenhuma. Posso em alguns casos, contar algumas coisas, mas se quiser ler um resumo, já para o dr.know.
3- Posso a qualquer momento invalidar minhas regras pessoais, criar outras e me contrariar.

sábado, 10 de janeiro de 2009

mamãe sou arquiteta XIII

Mã, eu que quase não gosto de comparações esdrúxulas, eu que não aceito de corazón a reforma ortográfica e quase sinto um vazio dentro de mim, depois que aboliram a trema e o 'pára'. Encontrei diversão instantânea. Segue assim trabalho do designer Daniel Motta.
Tem que adivinhar quem é quem na música brasileira!



domingo, 28 de dezembro de 2008

mamãe sou arquiteta XII

Manhê sou arquiteta e não entendo muito de cinema, mas preciso te dizer que esse filme:

http://www.myspace.com/bekindrewindsoundtrack

É sem sombra de dúvidas, junto com "A Culpa é do Fidel" o melhor filme que assisti nesse ano que já, já acaba e quiçá de mi bida.
Te digo que esse filme é de chorar de rir e de chorar E rir (pegou, pegou?). Porém, mais rir do que chorar. E se ao invés dos irmãos Lumiére, tivesse sido eu a inventora do cinema e mesmo que nunca tivesse pensado sobre 'a função social' dele, me sentiria realizada nos meus propósitos de 'tocar a alma' das pessoas sem ser piegas e sem ser Pollyana.
Vale chamar atenção para essa música aqui ó:

http://br.youtube.com/watch?v=G_DV54ddNHE

sábado, 25 de outubro de 2008

mamãe sou arquiteta... XI

musac

musac

musac

museu ferroviário - tpi IV 2004

museu ferroviário - tpi IV 2004

museu ferroviário - tpi IV 2004


Mamãe sou arquiteta, mas preciso te dizer que a gente não copiou esse projeto (http://www.musac.es/) quando em 2004 fez o projeto do Museu Ferroviário de Bauru. E eu queria te dizer também que fiquei feliz por ver tal projeto, pode ser pela semelhança, pode ser também pelo fato de que assim como um torcedor fanático por futebol acha bonito aquela jogada, mesmo feita pelo jogador do time alheio, tem certas "arquiteturas" que dá gosto de ver.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

mamãe sou arquiteta X...


Mãe, sou arquiteta.
Mas a primeira trena que eu tive tem o formato de um pinóquio.
Seria esse, algum sinal?
Mãe, sou arquiteta.
Mas a segunda trena que eu tive tem o formato de um coração, mas eu a uso como chaveiro.
Seria esse, algum sinal?
Mãe, sou arquiteta.
Mas a terceira trena que eu tive eu roubei do marceneiro.
Seria esse, algum sinal?



ps: completando a babaquice, o título também poderia ser "a menina que roubava trenas". a-há!

domingo, 20 de julho de 2008

mamãe sou arquiteta... IX

Existem músicas que escutamos uma única vez na vida e por algum motivo obscuro, por algum acaso do destino e por alguma incapacidade de comunicação passamos anos e anos cantarolando uma melodia conhecida-desconhecida que mora dentro da gente, mas que nunca sabemos ao certo de onde veio. E em alguma tarde fria de sol, a gente se depara com elas e volta a acreditar que a vida tem solução. E a gente acredita mais ainda depois de ver as animações de Kid Koala e fica pensando que as vezes as pessoas escrevem e desenham e compõem tudo aquilo que a gente tem dentro da gente e não se sente tão só.

domingo, 18 de maio de 2008

Babãe sou arquiteta... VIII


é para prestar atenção na parede.




Em mais uma postagem da "baravilhôsa" série "Babãe sou arquiteta e estou resfriada.... VIII" tratarei de dois assuntos: sobre como é bom não contratarem um arquiteto em certos momentos, óbvio. E sobre como eu odeio algumas propagandas publicitárias e a crescente especulação imobiliária que meu bairro está sofrendo (tá eu sei que isso é natural, é a dinâmica da cidade, mas me deixem ser feliz, pelo menos aqui!).

1- Na última semana estive no Valadares um boteco excelente que fica localizado aqui na Lapa, ele é pé sujo mas serve sempre porções gordurosas e deliciosas e chama-se Valadares pois o dono é mineiro de Governador Valadares (a-há!). Além disso tal bar é patrimônio da família, foi lá que "comemorei" minha passagem no vestibular (a parte vida pessoa termina aqui) etc e tals. E fiquei sabendo através da minha mãe que o bar tinha sofrido uma reforma, e que na opinião dela, uma mineira, era obra de mineiro, bem mal acabada. Na hora em que isso foi dito não entendi muito a crítica, mas depois que fui lá percebi que na verdade não era uma reforma no sentido puro da palavra, foi só uma ampliação sem muitas pretensões de acabamento caprichado e projeto descolado. O que na verdade na minha singela opinião, salvou o lugar. Antes que todos os meus colegas me matem, é óbvio que é muito legal ir em um lugar em que exista projeto e que a gente veja o projeto funcionando, mesmo que não seja do jeito que o arquiteto planejou (coisa que na minha inexperiente visão, não existe muito). Mas no caso do Valadares se contratassem um arquiteto para fazer a ampliação certamente o ar "pé sujo" do lugar seria transformado em um ar cool com balcão de madeira escura e fotos antigas de Governador Valadares. Ao mesmo tempo penso que estou sendo muito pessimista e que seria algo muito interessante um projeto que não tirasse as características do lugar.

2- A foto do guardanapo não é uma cantada, mas uma propaganda de mais um novo empreendimento imobiliário no Alto da Lapa, me irrita bastante essa invasão publicitária. Hoje em dia não é mais possível comer um bolinho de bacalhau que logo tem alguém querendo te empurrar algo goela abaixo.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

mamãe sou arquiteta... VIII







"mamãe sou arquiteta..." dessa vez e mais uma vez e para a eternidade contempla o teatro do já manjadíssimo Sesc Pompéia. Já declarei aqui minha admiração incondicional pela Lina Bo Bardi, já falei da choperia, do revestimento do banheiro feminino, já postei fotos minhas, já fiz histórias sobre aquele lugar e sobre seu entorno e já disse que comecei a me interessar por aquitetura depois que vi uma exposição do Flávio Império lá (foi em 1996, eu tinha 16 anos =D). Aquele lugar, na minha mente possessiva, é meu. Assim como tantos outros.

Nos últimos dias assisti um dos melhores shows que já vi na vida. A cantora era ótima, de fato, mas já tinha visto o mesmo show em outro teatro e digo com convicção que o show no Teatro do Sesc Pompéia foi 1 trilhão de vezes melhor e isso por conta do espaço, isso porque:

1º Ao comprar os ingressos fiquei cabreira com o fato de ter apenas lugares no fundo, ainda mais em um espaço que tem palco aberto, sem coxia ou com coxias laterais (se é que isso existe). E agradeço de pés juntos a mocinha que vendeu os ingressos dizendo que não fazia muita diferença a localização das cadeiras, que a visibilidade era boa em todo o teatro. Ela só errou no fato de que não fazia diferença, pois foi muito melhor assistir ao show do fundo, a percepção do lugar foi mais ampla do que ali na frente.

2º Parece estranho um teatro assim, no qual a pessoa que está lá no palco de repente lhe dá as costas, entretanto dá gosto de ver a exigência que o palco faz para o cantor e/ou ator. Fica nítido que o tão falado (e nunca explicado) domínio de palco se faz necessário (e explica-se por si só em um lugar como este).

3º E por fim, passando por cima de todo o meu falso orgulho e da minha já "rala" auto-crítica, enquanto assistia ao show fiquei pensando que se eu fosse a Lina Bo Bardi ia me achar muito. Deve ser bom ver que o quanto de história e lirismo tem em um espaço que imaginamos. E quando digo história não penso só em todos os shows bacanas que já passaram por lá, mas em histórias pessoais que se iniciam, que terminam e que tem algum meio ali.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

"mamãe sou arquiteta... VII"

O título poderia ser também: "Porque na Holanda tudo é possível..."
Sem mais delongas, este é um projeto fabuloso de "equipamento" de playground, ítem dos "programas de arquitetura" muito apreciado por esta que escreve. No tempo da faculdade a gente tinha mania de fazer passarelas de piso vazado achando ingenuamente* que isso poderia criar uma noção de emoção e risco na vida do usário. Mas no caso desse projeto os usuários do grupo dente de leite só devem levar em consideração a noção de emoção. Queria ter um desses em casa.
* o ingenuamente está aí, porque embora hoje em dia eu não me arrependa de um dia ter acreditado que fosse possível imprimir emoções e reações específicas nas pessoas a partir de um projeto arquitetônico, acredito atualmente que as emoções e reações criadas por um projeto sejam completamente diversas daquelas imaginadas pelo arquiteto. Exemplificando: não é porque tem uma mesa grande no meio de qualquer parque que pessoas desconhecidas a partir da mesa irão se relacionar. A mesa pode não causar nada, causar isso também, mas não só isso.

domingo, 12 de agosto de 2007

"mamãe sou arquiteta... V"







Mais uma para a inesgotável série "mamãe sou arquiteta e resolvi te mostrar que gosto", esse é o Blur Building (lindo nome e bastante sonoro) - Swiss National Expo 2002, Yverdon-les-bains, Switzerland.
Como estou com medo de falar muito sobre ele e acabar falando merda vou colar aqui o que os arquitetos disseram sobre a obra:
"entrar no Blur, ao contrário de entrar num espaço, é como entrar num meio habitável, sem forma, sem características, sem profundidade, sem escala, sem volume, sem superfície e sem dimensões."
"O Blur é uma reação à saturação provocada pelos meios visuais nas exposições nacionais e mundiais recentes que, cada vez mais, se transformam em terrenos de combate para tecnologias de ponta e jogos de estimulo dos sentidos. Essas grandes exposições alimentam nosso insaciável apetite por estímulos visuais através de virtuosismos digitais crescentes. De acordo com a cultura do consumo, a satisfação se mede em pixels por cm2. a alta resolução se transformou na nova ortodoxia. Pelo contrario, o Blur é definitivamente de baixa resolução."
São Paulo é cheia de cores desbotadas, cheia de gente, cheia de carros, cheia de tanta coisa que tem horas que eu gostaria de olhar para um lugar completamente vazio. Mas aqui não tem isso, nem em um quarto vazio é possível olhar para o nada, pois nele tem uma janela que dá para uma rua que está cheia de gente, de carros, de prédios etc e tals. Talvez seja por isso que eu gostaria de ter visitado o Blur Building.

domingo, 22 de julho de 2007

"mamãe sou arquiteta... IV"











"Mamãe sou Arquiteta e decidi mostrar a você que eu gosto", do pórtico da Praça do Patriarca, embora há mais ou menos dois anos eu não gostava.
Não gostava porquê achava um absurdo um pórtico que tinha como função realçar uma nadica de nada de uma igrejinha do caríssimo Santo Antônio e que na verdade só roubava a cena.
Hoje eu gosto, porquê é um elemento supresa da cidade, tanto para o bem quanto para o mal, mas mesmo assim não deixa de ser um elemento supresa. Quando ando no centro, normalmente estou perdida e fico sem ar quando ao sair de uma dessas ruazinhas ando por aquelas ruazinhas que culminam na Praça Gosto, porquê ele emoldura o espaço de várias formas. Gosto pois se o espaço público é o espaço do vazio, ele abriga e emoldura tal espaço de forma contraditória (leve e pesado) e supreendente.
Enfim, clap, clap para o Paulo Mendes da Rocha. O arquiteto que me fez optar nos 45 do segundo tempo, por arquitetura (é mamãe, dessa você não sabia né?!)

quarta-feira, 27 de junho de 2007

"mamãe sou arquiteta... III"




















Mais uma da série: "Mamãe sou Arquiteta e decidi mostrar a você que eu gosto". Essa é a La Chascona a casa do Pablo Neruda em Santiago localizada no bairro boêmio chamado Bellavista, ele tem mais duas Isla Negra que fica em Isla Negra e La Sebastiana em Valparaíso.
Mas, a que mais me chamou atenção (e a que eu vistei seriamente) foi a La Chascona, ela foi construída para Matilde que na época de sua construção era amante de Pablo Neruda. Justamente por ser um "esconderijo" é uma casa discreta, olhando por fora. Foi construída aos poucos, crescendo conforme a necessidade do casal, tempos depois Matilde tornou-se a terceira esposa de Neruda. A casa tem um aspecto de navio (Neruda adorava o mar) e é dividida em três partes: cérebro, coração e barriga. O mais interessante nela, além da impressão de porão de navio são os "enfeites" e detalhes que o próprio Neruda colecionava. São eles que dão o ar poético e as vezes cômico da casa.

Lembrei logo dessa casa, óbvio que em se tratando de uma personalidade tão forte como a do Neruda o arquiteto (Germán Rodríguez Arias), fica apagadinho. Tanto que ele mesmo confessa que a casa é muito mais projeto do Neruda do que dele.

Sobre o texto, falando totalmente em primeira pessoa (fato um pouco inédito), o escritor quase que começa bem. A princípio dá a entender que ele tratará de uma questão que muito me interessa, condomínios com "sala de fitness", "salão gourmet" etc e tals. Mas descamba paraa uma idéia de intercâmbio entre espaço público e privado quando na verdade o que se tem nesses espaços (ao meu ver) é apenas a transposição do espaço privado para um espaço público que por uma noite torna-se privado de novo. Isto é, o sujeito que mora no condomínio aluga o espaço gourmet por uma noite para fazer um jantar para os amigos, amigos esses que vieram conhecer sua nova casa e o novo prédio em que ele mora e ponto. Não há socialização nenhuma e no fundo acho que ninguém quer mesmo socialização nenhuma, a não ser a criançada.

Mas enfim, depois dessa quase discussão ele desenvolve o tema que me fez lembrar de La Chascona e classifica os arquitetos em: os clientes- de-si-mesmo, os recicláveis e os homens-catálogo. Para quem é arquiteto, recém-formado soa como uma ofensa, ou para aqueles mais evasivos é fácil pensar sempre nessas estrelas de Casa Cor. Como não concordo com essa classificação simplória dele e como ainda não estou com muita certeza do quê eu realmente acho, esse texto acaba aqui. Com grandes chances de voltar à tona.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

"mamãe sou arquiteta... II"


Wozoco, Amsterdam, The Netherlands 1997


Wozoco, Amsterdam, The Netherlands 1997


Wozoco, Amsterdam, The Netherlands 1997


Silodam, Amsterdam, The Netherlands 2000


Silodam, Amsterdam, The Netherlands 2000

Brabant Library Den Bosch, The Netherlands 2000
Dando continuidade à série "Mamãe sou Arquiteta e decidi mostrar a você que eu gosto". Todos os projetos são do MVRDV, um grupo da Holanda (onde parece que é possível executar qualquer projeto e onde tudo é perfeito, né Cecíulia?!) e que foram muito úteis durante a faculdade modernista!
Espero que minha mãe entre no meu blog.

sábado, 16 de junho de 2007

mamãe, sou arquiteta...

Inaugurando a série "Mamãe sou Arquiteta e decidi mostrar a você que eu gosto": Institut Monde Arabe - Egypt Exhibition/1989 - Jean Nouvel.

Não vou explicar nada sobre a obra, porquê isso é idiotice. Mas sempre gostei desse prédio e nunca soube o nome, descobri há pouco tempo fuçando no orkut de uma amiga da minha irmã que é advogada. Enfim, sou uma pessoa "antenada" e é isso que importa.